Quase 6 meses sem escrever aqui. Isso é bom, e não é.
Não é, pq eu acho que tenho muito controle sobre as coisas, mas não tenho. Eu estou me sentindo como se fosse a própria alma vazia, vagando por aí, sem saber o que fazer. E, pelos caminhos de todo dia eu me vejo seguindo em vão, sem saber no fim pra onde eu vou.
Eu sou dessas teimosas, que acha que consegue seguir sozinha, que acha que consegue ter controle de tudo que sente, mas a verdade é que nesse turbilhäo de sentimentos eu já me perdi,
mas quando eu preciso de ajuda, eu peço. "Socorro eu já não sinto nada..." Ou é sentir demais?
Eh, Dorothy, acho que não estamos mais em Kansas mesmo.
10 Novembro 2011
17 Junho 2011
07 Junho 2011
just keep swimming...
Março, Abril, Maio, e agora Junho... tem um tempo que eu nao falo nada aqui...
Não pq nao tem o que dizer, mas acho que pq eu sempre digo pra vc o que eu penso e sinto, então o blog ficou sem utilidade... Mas acho que agora eu preciso de novo.
Não só pra te dizer coisas bonitas, te falar que eu morro de saudade, que você é tudo pra mim... assim, a vida inteira! Mas também pra falar q eu to com medo.
To com medo de depois dessas nossas ultimas brigas, eu nao saber como lidar mais com vc. As vezes eu falo o q eu penso, e parece q eu sou egoísta, as vezes eu quero saber de vc, mas nao sei como chegar e falar.
Tem vezes que eu sei que vc nao ta legal, q vc ta chateada, mas eu queria conversar de um jeito que não te deixasse triste ou que eu não parecesse chata, só te ajudar, do jeito certo, falar as palavras que vão te animar, sei lá. Eu só queria saber o que te falar, na hora certa.
A questão é que eu sempre estou aqui pra vc, nem que seja só pra vc saber que eu estou aqui mesmo. Apesar de nao estar fisicamente com vc o tempo inteiro, a noite não poder ir te ver na faculdade e te dar um beijo, ainda assim eu to aqui, e eu queria muito estar com vc quando vc fica chateada, porque assim eu poderia te fazer carinho, ou soh ficar sentada do seu lado, caso vc nao quisesse conversar.
Então, mesmo que longe, eu to do seu lado, pra vc conversar ou não. Eu só não sei se eu consigo te fazer ver isso sempre.
Não esquece que você, meu amor, é tudo pra mim, que eu sou doooida com vc e que logo eu vou estar com você de novo...
Eu te amo muito.
Não pq nao tem o que dizer, mas acho que pq eu sempre digo pra vc o que eu penso e sinto, então o blog ficou sem utilidade... Mas acho que agora eu preciso de novo.
Não só pra te dizer coisas bonitas, te falar que eu morro de saudade, que você é tudo pra mim... assim, a vida inteira! Mas também pra falar q eu to com medo.
To com medo de depois dessas nossas ultimas brigas, eu nao saber como lidar mais com vc. As vezes eu falo o q eu penso, e parece q eu sou egoísta, as vezes eu quero saber de vc, mas nao sei como chegar e falar.
Tem vezes que eu sei que vc nao ta legal, q vc ta chateada, mas eu queria conversar de um jeito que não te deixasse triste ou que eu não parecesse chata, só te ajudar, do jeito certo, falar as palavras que vão te animar, sei lá. Eu só queria saber o que te falar, na hora certa.
A questão é que eu sempre estou aqui pra vc, nem que seja só pra vc saber que eu estou aqui mesmo. Apesar de nao estar fisicamente com vc o tempo inteiro, a noite não poder ir te ver na faculdade e te dar um beijo, ainda assim eu to aqui, e eu queria muito estar com vc quando vc fica chateada, porque assim eu poderia te fazer carinho, ou soh ficar sentada do seu lado, caso vc nao quisesse conversar.
Então, mesmo que longe, eu to do seu lado, pra vc conversar ou não. Eu só não sei se eu consigo te fazer ver isso sempre.
Não esquece que você, meu amor, é tudo pra mim, que eu sou doooida com vc e que logo eu vou estar com você de novo...
Eu te amo muito.

24 Março 2011
=/
Dizem que quando a gente perde é que dá valor...
Sabe, eu não preciso perder você pra saber o quanto é importante pra mim, o quanto eu te amo e que eu quero vc comigo pro resto da vida... Isso eu já sei, eu sinto todos os dias quando eu acordo pensando em ser uma pessoa melhor pra vc, quando eu planejo as coisas pensando em tudo o que a gente ainda tem pra viver, quando eu insisto que eu tenho q continuar seguindo e crescer pra gente poder ter a chance de ser o que a gente sonha... ou pelo menos o q eu sonho.
Acho que eu nunca fiquei tanto tempo longe de vc, nem os 600km de distância me faziam ficar longe de vc como eu estou desde terça-feira. Não sei exatamente o propósito disso, se é que tem algum.
Acontece que não ter você é pior do que qualquer coisa, é me sentir completa e depois perder tudo... Mas sabe, a vida é assim, cheia de altos e baixos... Não acho que as nossas vidas vão ser perfeitas e intocáveis... não preciso dessa ilusão, eu tenho mil defeitos, eu apelo, eu sou impulsiva, teimosa, ciumenta, possessiva... é verdade, eu sou mesmo. Mas isso não significa que eu não possa ir mudando aos pouquinhos, desde que exista tolerância... e a mesma coisa com vc, eu acho. O único problema de verdade é a gente deixar nossos dramas de controle tomarem conta e ficar brigando o tempo todo... pq fala serio a gente tá brigando muito. Mas isso também é contornável, caso vc queira. Por mais que seja briga por saudade, ou por qualquer outro motivo.
bom, nem sei se vc vai ler isso... e pra variar foi soh mais um desabafo... to tentando falar com vc, nao sei se vc nao viu ou se tá só me ignorando mesmo... de qualquer forma, eu te amo. queria vc perto de mim... agora mais que nunca.
"Você não sabe o quanto eu tenho para te falar
Se soubesse pararia só um pouco para me escutar
Não deixaria um vazio no meu coração"
Se soubesse pararia só um pouco para me escutar
Não deixaria um vazio no meu coração"
07 Janeiro 2011
05 Janeiro 2011
Templo.
Ela era uma pessoa como outra qualquer, numa sala nem tão grande a ponto de se perder, nem tão pequena a ponto de não se conseguir mexer. Em uma das paredes tinha um pano preto cobrindo a parede inteira, e ninguém sabia o que tinha lá atrás.
A iluminação era daquelas amarelas que parecem velas, era quase uma penumbra aconchegante. Não se via nenhuma janela, mas se existisse, estaria fechada.
Era um evento? Não sei, mas tinham várias pessoas deitadas no chão em roupas cor de pele esperando o momento certo pra começar aquela dança estranha. Estranha sim, pois não era exatamente uma dança, cada hora um levantava e atravessava a sala de seu modo, e logo depois vinha um atrás repetindo parte de seus movimentos e criando seus próprios, girando e aumentando ou diminuindo a energia com que os movimentos aconteciam.
Todos que conseguiam chegar nesta sala ficavam por lá e entravam na dança estranha, até que ela entrou e chegou sua vez.
Se sentia como se fosse a última pessoa a dançar, tinha que se sentir livre, se sentia única. A sala inspirava a confiança que precisava, naquele momento era só ela ali no meio, parecia que todas as pessoas tinham sumido, e aquela imensidão que a sala se tornou era toda dela, uma bolha.
O tempo parou e ela atravessou a sala, ao chegar no extremo resolveu puxar o pano preto.
Tinha uma entrada redonda pra outra sala, no alto escrito: "Nosce te ipsum", e ela pensou: no mínimo sugestivo, nao?
Logo que ia passar pela porta, outro pano surgiu no lugar e no alto escrito: "Tempus Fugit" e ao olhar para trás, via tudo distorcido, e todas as dores e mágoas resolveram voltar a sua memória, sentia o gosto do fel na boca, o estomago ardendo e aquelas frases que sempre quis esquecer voltavam para assombrar.
Eu não te amo, vc não vai conseguir, eu não confio em vc...
Todos os clichês ruins, todas as sentenças que pareciam pequenas facas apunhalando cem vezes suas costas. Todas elas passando mil vezes por sua cabeça.
A luz já não era mais aconchegante, era assustadora e as pessoas já não pareciam se sentir livres, e sim escravas daquele jogo interminável em que o tempo parecia não passar.
Chegou a vez dela novamente.
Ela foi dançar, não queria girar, não se sentia feliz, não podia deixar aquela energia continuar.
Então ela parou no centro, olhou à sua volta, todos os rostos retorcidos e todas as almas presas sofrendo seus rancores.
"São cinco horas e trinta minutos- ela disse, sem ter a menor noção de tempo.- E eu estou num mar de medos."
Tudo ficou escuro, ela se sentiu tonta mais uma vez, estava deitada, sentia todas as pessoas chegando perto.
-
Ela abriu os olhos e acordou.
"Bom dia, vida."
A iluminação era daquelas amarelas que parecem velas, era quase uma penumbra aconchegante. Não se via nenhuma janela, mas se existisse, estaria fechada.
Era um evento? Não sei, mas tinham várias pessoas deitadas no chão em roupas cor de pele esperando o momento certo pra começar aquela dança estranha. Estranha sim, pois não era exatamente uma dança, cada hora um levantava e atravessava a sala de seu modo, e logo depois vinha um atrás repetindo parte de seus movimentos e criando seus próprios, girando e aumentando ou diminuindo a energia com que os movimentos aconteciam.
Todos que conseguiam chegar nesta sala ficavam por lá e entravam na dança estranha, até que ela entrou e chegou sua vez.
Se sentia como se fosse a última pessoa a dançar, tinha que se sentir livre, se sentia única. A sala inspirava a confiança que precisava, naquele momento era só ela ali no meio, parecia que todas as pessoas tinham sumido, e aquela imensidão que a sala se tornou era toda dela, uma bolha.
O tempo parou e ela atravessou a sala, ao chegar no extremo resolveu puxar o pano preto.
Tinha uma entrada redonda pra outra sala, no alto escrito: "Nosce te ipsum", e ela pensou: no mínimo sugestivo, nao?
Logo que ia passar pela porta, outro pano surgiu no lugar e no alto escrito: "Tempus Fugit" e ao olhar para trás, via tudo distorcido, e todas as dores e mágoas resolveram voltar a sua memória, sentia o gosto do fel na boca, o estomago ardendo e aquelas frases que sempre quis esquecer voltavam para assombrar.
Eu não te amo, vc não vai conseguir, eu não confio em vc...
Todos os clichês ruins, todas as sentenças que pareciam pequenas facas apunhalando cem vezes suas costas. Todas elas passando mil vezes por sua cabeça.
A luz já não era mais aconchegante, era assustadora e as pessoas já não pareciam se sentir livres, e sim escravas daquele jogo interminável em que o tempo parecia não passar.
Chegou a vez dela novamente.
Ela foi dançar, não queria girar, não se sentia feliz, não podia deixar aquela energia continuar.
Então ela parou no centro, olhou à sua volta, todos os rostos retorcidos e todas as almas presas sofrendo seus rancores.
"São cinco horas e trinta minutos- ela disse, sem ter a menor noção de tempo.- E eu estou num mar de medos."
Tudo ficou escuro, ela se sentiu tonta mais uma vez, estava deitada, sentia todas as pessoas chegando perto.
-
Ela abriu os olhos e acordou.
"Bom dia, vida."
11 Dezembro 2010
aquele em que todas as coisas precisam ser ditas.
Eu sei que eu já te digo todas as coisas que eu sinto, e a forma que eu sinto. Mas eu preciso continuar...
Ontem a noite eu quis mais que nunca estar ao seu lado, pra ficar c vc, pra beber c vc, pra cuidar de vc, pra simplesmente viver com você todas as coisas que o mundo pode permitir. E eu estava aqui desse lado, pensando que tudo bem, talvez não seja a hora ainda, mas eu queria que chegasse logo o momento de compartilhar com vc todos os momentos. E chega a ser estranho me pegar pensando nisso. Mas um estranho bom, sabe como?
---
Eu só queria dizer que vc me faz sentir coisas incríveis, e impressionantemente novas, apesar de já conhecer toda a teoria de como é amar alguém. Mas a questão não é só amar, é conseguir se apaixonar, e apesar de parecer que a paixão é uma coisa muito menor do que o amor que eu sinto por você, eu sei que é o detalhe que me faz desejar ter vc o tempo todo por perto, mesmo que eu esteja mal, chateada ou qqr coisa assim, como se vc fosse a unica pessoa do mundo que pudesse estar comigo em todo e qualquer momento, a unica que eu permitiria.
Eu queria te dizer o tanto que vc me faz bem, o tanto que eu te amo, o tanto que eu queria vc por perto... Mas acho que são medidas impossiveis, ou pelo menos, improváveis de dar alguma quantidade plausível...
De qualquer forma, obrigada por fazer com que eu finalmente seja uma pessoa tão feliz.
Eu te amo.
E só isso importa.
Ontem a noite eu quis mais que nunca estar ao seu lado, pra ficar c vc, pra beber c vc, pra cuidar de vc, pra simplesmente viver com você todas as coisas que o mundo pode permitir. E eu estava aqui desse lado, pensando que tudo bem, talvez não seja a hora ainda, mas eu queria que chegasse logo o momento de compartilhar com vc todos os momentos. E chega a ser estranho me pegar pensando nisso. Mas um estranho bom, sabe como?
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Eu só queria dizer que vc me faz sentir coisas incríveis, e impressionantemente novas, apesar de já conhecer toda a teoria de como é amar alguém. Mas a questão não é só amar, é conseguir se apaixonar, e apesar de parecer que a paixão é uma coisa muito menor do que o amor que eu sinto por você, eu sei que é o detalhe que me faz desejar ter vc o tempo todo por perto, mesmo que eu esteja mal, chateada ou qqr coisa assim, como se vc fosse a unica pessoa do mundo que pudesse estar comigo em todo e qualquer momento, a unica que eu permitiria.
Eu queria te dizer o tanto que vc me faz bem, o tanto que eu te amo, o tanto que eu queria vc por perto... Mas acho que são medidas impossiveis, ou pelo menos, improváveis de dar alguma quantidade plausível...
De qualquer forma, obrigada por fazer com que eu finalmente seja uma pessoa tão feliz.
Eu te amo.
E só isso importa.
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